A temporada de captação de verão está a pleno vapor em todo o país, e nós, da equipe da Quero, não ficamos para trás! Nosso objetivo é auxiliar as instituições de ensino a alcançarem suas metas de captação. No ano passado, nossos cinco marketplaces, especializados em oferecer bolsas para o Ensino Superior e Técnico, receberam mais de 140 milhões de visitas.

No entanto, o intuito deste artigo é explorar as tendências do mercado educacional que identificamos no último trimestre de inverno e fornecer insights valiosos para o sucesso da captação.

Durante esse período, três tendências de destacam:

Tendência 1: Crescimento das vendas para os pólos regionais

Observamos um crescimento significativo de 36,68% nas bolsas vendidas para os pólos regionais, ou seja, marcas que oferecem seu portfólio em cidades, estados ou localidades específicas do Brasil. Em comparação com o inverno anterior, houve um aumento de 45,80% no número de instituições regionais que oferecem bolsas de estudo em nossos marketplaces. Essa maior disponibilidade de marcas impulsionou significativamente as vendas.

Por outro lado, o número de ofertas disponíveis pelas instituições nacionais, que oferecem seus produtos em todo o país, diminuiu em 30,35% durante o mesmo período. Isso ocorreu devido ao movimento das grandes instituições em restringir a sua presença em cidades de pequeno e médio porte, focando nos grandes centros urbanos e aglomerados. Essa realocação da capacidade de captação afetou negativamente a capilaridade das marcas nacionais.

Esses fatores demonstram o regionalismo como um fator decisivo para a compra. Uma vez que identificamos a preferência dos estudantes, por instituições que tenham uma forte presença física e digital em suas localidades,  o que resultou nas melhores vendas da história do canal.

Tendência 2: Procura por cursos presenciais mais acessíveis

Atualmente, há uma procura crescente por cursos presenciais de graduação com preços mais acessíveis, geralmente na faixa dos R$400 a R$500 por mês. Esses cursos apresentam um desempenho de vendas 60% superior aos cursos na faixa dos R$600 a R$700. Essa preferência é mais comum entre as classes C, D e E, que são mais sensíveis à situação econômica do país.

Infelizmente, indicadores macroeconômicos como: desemprego, inflação e consumo, apontam para uma possível estagnação da capacidade financeira dessas classes, o que tem levado as instituições de ensino nacionais a reduzirem o preço de seus cursos em 25,18%. Por outro lado, as instituições regionais optaram por aumentar o preço médio em 8,15%, o que resultou em uma perda significativa para a conquista de novos discentes, o que poderia ter aumentado ainda mais o resultado de vendas que mencionamos na primeira tendência.

Tendência 3: Demanda por cursos EaD “Premium” e semipresenciais

Já a terceira tendência observada é a busca por cursos de Ensino a Distância (EaD) “Premium” na faixa de preço dos R$300, e para o ensino semipresencial nas faixas de R$300,00 e R$400,00. Isso demonstra a preocupação dos consumidores em buscar cursos com maior valor agregado, como o EaD com aulas ao vivo e o semipresencial com apoio de laboratórios.

Surpreendentemente, apenas 20% das ofertas atendem aos critérios qualitativos e de precificação dessas faixas de preço, representando um verdadeiro “Oceano Azul” de oportunidades, onde cerca de 25% das vendas do eixo EaD/Semipresencial são realizadas

Ficar atento a essas tendências e insights é essencial para conquistar o sucesso na temporada de captação de verão.

Então não perca a oportunidade de se manter atualizado e ainda receber dados específicos da sua instituição, preenchendo o formulário abaixo: 

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Marcus Desiderio
por Marcus Desiderio